Não quis o Brasil
que entre as comemorações do primeiro centenário de
sua Independência faltasse uma exposição, a princípio
nacional, depois de âmbito internacional. A cidade atravessava outra
fase marcante de sua evolução urbana, com o desmonte do morro
do Castelo que permitiu aterros, criando-se novos espaços, logo aproveitados
para avenidas e praças da Exposição, margeadas pelos
edifícios das representações dos Estados e repartições
brasileiras, empresas e instituições particulares, nações
estrangeiras e entretenimentos variados. Dilatado recinto que se prolongava
desde o Palácio Monroe até o entigo Mercado Municipal, varando
terrenos conquistados ao mar. Convocaram-se ilustres arquitetos nacionais
para projetarem edifícios; do exterior vieram estruturas para serem
montadas, mobilizaram-se vontades e trabalho
Durante um ano a Exposição
esteve aberta ao público, desde que foi inaugurada em 7 de setembro
de 1922. (BEL)
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