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Um dos aspectos da Exposição
Internacional do Centenário que maiores elogios recebeu, foi a
iluminação de seus edifícios, registrada em bela
série de cartões-postais editados por Thiele e Kollien.
O dia 7 de setembro de 1922 transcorreu em meio a festividades. Entre
elas, pela manhã, imponente parada militar, com participação
de contigentes dos navios de guerra estrangeiros, ancorados na Guanabara,
que vieram prestigiar as comemorações do primeiro centenário
da Independêncio; às 16 horas o presidente da República
inaugurou a Exposição e os pavilhões já concluídos.
Apenas faltavam, dos países amigos, os da Argentina, Estados Unidos
e portugal. Missa e Te-Deum solene marcaram a presença da Igraja
nas solenidades. À noite, marcha luminosa e o grande espetáculo:
"quando se iluminara, de súbido, os Palácios da Exposição
e as belonaves surtas no porto, lançando para a altura silenciosa
clarões de fantasmagoria, a cidade ficou como uma imensa jóia
lendária faiscando na sombra, arrebatadora de beleza e de esplendor". (EB)
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