O Acervo Escultórico do Rio de Janeiro

 
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Monumento ao general Santander



Foto de Arlene Matil
 

Localizada nos cruzamentos da Avenida Rio Branco com Presidente Wilson, em frente ao edifício Santander, foi oferecida pelo governo colombiano ao Brasil, em gesto de cordialidade do país amigo. Está sobre um artístico pedestal de mármore de 4m de altura. O general colombiano tem uma larga capa sobre os ombros e veste o uniforme militar, tendo na mão esquerda a sua espada e na direita, levantada quase até a altura do peito um rolo de papel. No mármore estão encostadas, em letras de bronze, duas inscrições: “General Francisco Santander: 1840-1940” e “Colômbia al Brasil”.

Francisco de Paula Santander nasceu em 1792. Militar da cidade Villa Del Rosário de Cúcuta, foi o fundador civil da República da Colômbia. Após a morte de Simon Bolívar, o General Santander assumiu a presidência da Colômbia.

http://noticias.terra.com.br/interna/
http://lojasaopaulo43.com.br


Monumento a Dom Pedro II

Estátua de D. Pedro II, tendo ao fundo o Museu Nacional, que durante seu Reinado foi o Paço Imperial de São Cristóvão. O projeto da estátua foi traçado pelo arquiteto Heitor da Silva Costa, especialmente para local onde se encontra. A estátua do último imperador do Brasil, medindo 2 metros e 60 centímetros, ergue-se sobre um pedestal de cantaria lavrada de Petrópolis. (http://www.tg3.com.br/hbr/)

D. Pedro II nasceu no Palácio de São Cristóvão (Quinta da Boa Vista), Rio de Janeiro-RJ, a 2 de dezembro de 1825 e faleceu em Paris, a 5 de dezembro de 1891. Filho de D. Pedro I e sua mulher, a Imperatriz Leopoldina, recebeu na pia batismal o nome de Pedro de Alcântara João Carlos Salvador Bebiano Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Gonzaga. Pedro II deu ao Brasil 49 anos de paz interna, prosperidade e progresso. Durante o seu reinado foi aberta a primeira estrada de rodagem, a União e Indústria; correu a primeira locomotiva a vapor; foi instalado o cabo submarino; inaugurado o telefone e instituído o selo postal. Morto no exílio, em Paris, aos 66 anos, deu-lhe a Franca funerais régios, fazendo depositar o corpo no Panteão dos Bragança, no Convento de São Vicente de Fora, em Lisboa. Por fim, revogada a Lei do Banimento, foram seus restos mortais transladados para o Brasil onde repousam em Petrópolis, na Catedral cuja construção teve início sob seu generoso patrocínio.

PROF. LOURENÇO WIZ LACOMBE/USP

Em entrevista com o jornalista imigrante alemão Carl Von Koseritz ( Jornalista e político alemão, naturalizado brasileiro, lutou pela abolição da escravidão e por uma política adequada de colonização). O Imperador fez a seguinte declaração:

 

Diário de Notícias. Monumentos da Cidade, Rio de Janeiro - 1946

“Senhor Koseritz, aproveito a ocasião para dizer-lhe que o estimo, pois sei que o senhor é um homem esforçado que trabalha pelo bem desse país, mas gostaria que o senhor não fosse mais injusto comigo. Não penso em levar a mal as críticas sobre os meus atos. As censuras são úteis e necessárias, mas com justiça, porque eu posso errar como qualquer homem. Somente as injustiças pessoais devem ser evitadas”.

http://www.caiozip.com/


Monumento ao engenheiro Manuel Buarque de Macedo


Diário de Notícias. Monumentos da Cidade, Rio de Janeiro - 1946
 

A estátua do conselheiro Manuel Buarque de Macedo, que se ergue na Praça 15 de Novembro, em frente ao cais Pharoux. Sua inauguração, no local onde se encontra, deu-se em 5 de maio de 1938.Eleva-se sobre um pedestal de granito de 3 metros, construído para este fim. O bronze, de dois metros de altura apresenta a figura do conselheiro de pé, frente para o mar, tendo numa das mãos, uma folha de papel que se desdobra.

Manuel Buarque de Macedo nasceu no Recife, a 1º de março de 1837, foi engenheiro civil, bacharel em matemática e doutor em ciências políticas e administrativas, ministro da agricultura e de obras públicas do império (Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas).
Enquanto ministro de obras públicas foi responsável por inúmeras construções; devido a esse fato há uma profusão enorme por todo o Brasil de ruas, avenidas, estradas, pontes, escolas, estações de trem e até navios com o nome de Buarque de Macedo (aliás, este navio afundou na década de 1940 no litoral do Espírito Santo). Ele foi responsável pela instituição do Cartão Postal no Brasil, pelo Decreto 7695, de 28 de abril de 1880. Morreu a 27-08-1881, durante uma viagem para inauguração de uma estrada de ferro em Minas Gerais. Foi articulista-colaborador em vários jornais, entre os quais A Província e Jornal do Recife.

http://www.bairrodocatete.com.br/


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