Quinze
anos após a inauguração da Estrada de ferro
D. Pedro II, havia no Brasil as seguintes ferrovias: E. F. D.
Pedro II, com 363,4 km; E. F. Recife ao São Francisco,
123,9 km; E. F. da Bahia ao São Francisco, com 123,5 km;
E. F. Santos a Jundiaí com 139,6 km; E. F. de Cantagalo,
com 83,9 km; E. F. Paulista, com 44 km; E. F. Itaúna, com
70 km; E. f. Valenciana, com 25 km; E. F. Campos-São Sebastião,
com 19,9 km e a mais antiga e menos E. F. Mauá, com 17,5
km. Após o fim da guerra do Paraguai, a partir de 1873,
ocorreu um apreciável desenvolvimento ferroviário
no país. Em 1889, ao ser proclamada a República,
o total de linhas construídas atingia 9.538 km. O planejamento
e construção de ferrovias, na esfera federal, está
hoje a cargo da RFFSA, que, recentemente, absorveu o Departamento
Nacional de Estradas de Ferro. O exército Brasileiro, através
de seus Batalhões Ferroviários, tem dado, também,
notável contribuição à construção
de vias férreas em diversas regiões do País.

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X Congresso Pan-Americano de Ferrovias

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Ligação Patos - Campina Grande